domingo, 4 de junho de 2017

14 de dezembro - Nicolas Santos

Dizem que vira poesia, disso não sei, discordo tanto das palavras entalhadas a mão, como das máquinas que juntam o pó da humanidade. Há tanto o que se fazer mas hoje permitirei-me não realizar indagações clássicas, deixo o sonho, diria-te, faças o que queres, reafirmo. Comando com mãos firmes, olha tuas escolhas e não sustente o insustentável, acredite que és livre para fugir do determinismo mecanicista. Desacredito destas vertentes e vento, afetação faz parte disto, não sei até que ponto, quando parto, volto ao final, és todo o começo. Pode aproximar-se, chuva faz chovermos, pode aproximar-se, não só quando há companhias de seu grado, entortemos a designação passada. Quero saber se agora tens quem lhe tratava, como eu, reles protótipo de poeta, tratava, tens? Esperarei que implores, fico por aqui.

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