domingo, 14 de maio de 2017

Elevador - Nicolas Santos

Não atribuo a quaisquer, meus fracassos e muito menos os devaneios produtivos, essa consciência produzida junto a escolha, perpetua-se. Viso entender o decorrer e as definições atuais, transcrevo da pele e do olho o ódio que transita nas mentes humanas, não associo o temporal. De príncipe nada, nobreza não faz jus a minha viralatice, meu modus operandi despojado e desleixado, sou profeta sujo e de tênis aos rasgos. O ultimo suspiro, o elevador. Saudade, saudade há, de quando entendia-me e disso fazia um privilégio, era atenção e um pouco de blues feito na sarjeta, era tudo que tinha. Não espero que fiquem ou qualquer outra função, sinceridade basta e disso construo para onde vou, cinco meses e navegantes, onde morro ? Incompetência não é mérito, diminua-te para que caibas neste paradigma que eles alopram, diminuir-se é conformismo e isso me traz ódio.

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