domingo, 19 de fevereiro de 2017

Próximo ao término - Nicolas Santos

Não cometo inconfidências, dou vida as convicções que possuo, de certa forma o resto não influência junto ao que estes seres torpes tentam. Peça com calma, o vento é alucinante, filho rebelde da serena mãe natureza, filosofias e adiante, comece de ti, não ostente a vã ignorância. Como não lembrar destes rostos? Fica onde nunca esteve e tem cheiro de medicação, dedico essas palavras que caem dos olhos, à ti. Sentença irremediável, calculo a sintonia do abismo, parafraseio alguns e outros recomendam o mesmo para com minha pessoa, adeus ao sonho. Atraquem a saudade, fortaleçam a corrente que prende os portões, o conservadorismo matara a todos nós. Vou-me e consigo, junto aquela janela tudo se desfaz, quando posso, descanso, nada dói mais que um coração sedentário, dinamitem. Sigo neste descompasso emocional, sinto-me um ser inútil evocado de tempos em tempos, nada mais, tudo isso, o sonho morreu aos teus dias. Ressoa nas minhas entranhas essa fração amaldiçoada, assino o pacto e selo a aventura majoritária, não imagino o possível, nem perto disso.

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