domingo, 10 de janeiro de 2016

O desespero do começo de uma vida na metade - Nicolas Santos

Quando passas, passo e sei que também não tens nada, aberto a santidade do ensino caótico, romanos superdesenvolvidos, inofensivos, frágeis mentes, mente, tantos acordos para nada, solitária aos solitários, chegaste em cima da hora, cheguei por estas horas, a caveira no peito é mais que simbolismo, lição de vida para quem não vive. Macro-terror e sangue, o vermelho segue sua rotina, eu semeio sem planos, plantio dos que teimam em colher, e eu lá sou disso ? O véu da mentira propicia sua fé, ao leu, sem céu, nem inferno, não acerto, não magoou, nada perto da festiva desistência, proclamo aqui o meu cansaço.

Nenhum comentário:

Postar um comentário