domingo, 13 de dezembro de 2015

Frustração de alguém que receia - Nicolas Santos

Existem recordações, sobra-lhe o delírio, ficaste com este ânimo, anime-se, distantemente. Caminharíamos com pés arranhados, caminhas. Ostento a alucinação, imagines o que é preciso, se te sacia, faz-lhe bem ou semelhança quaisquer, eu sou o contraponto, eu luto. Confiro, tuas lições comemoram, eu sou a favor da escolha, elucidaram os empecilhos, seu sapato se descola, eu decolo, sangue rubro a nós. O sóbrio acena, não copie, não repita, sei que estarás neste caminho, alucinação é caminho na escuridão, tranquilizarão e fim, fim. Parece-me que essa retração não é ocasionada pela minha presença, mas sim por outras experiências que te fizeram ficar, eu não me apaixono. O governo teme um povo que se expressa. Laceiam a desunião, os que estão em inércia, permanecerão. Cemitério de automóveis, dialética, dialética, controle não nos avança. Estarei atento aos atentados a minha alma, aviões, tanques e todo o resto, sua conversa me contraí, espero que retornes e com desejo.
Semi-boêmio. Punk moderno e mal alimentado, existencialista, marxista indefinido, em processo.
Gostaria de não dizer nada a respeito e provavelmente assim farei, consumam o pretérito e vaga dos estáveis, eu sumo junto dos que fazem. Popularizaram a despedida, não concerne outra mudança, fica quem fica e se vai quem pode, quem dera isso libertasse algum sentido, quem és ? São pedidos, peça com mais força, liberdade é isso, poderias calar, não o faça, deram-te a potência, usufrua, querida, usufrua querida.

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