domingo, 4 de outubro de 2015

Garoa, lagoa - Nicolas Santos

Perca, defendendo a ligação inviável, não há o que dizer sobre esses deslizes, franquia ineficaz, não há o que dizer. Distingo tua voz em meio a tantas e tudo, sonham passionalmente com a limitada aventura, decoro essa infame solidão, dos meus braços, sangue. És comum, tenho observado teu rosto, geralmente este surge em momentos inapropriados, todos. Sua crise é formal, recebo para cuidar-te. Travessa posta a prova, distorcem e isso vaga, matinê. Luto, infelizmente, desprovido de armas e vontade, siga-te, sem limpar-se. Capacito a incoerência, detritos recorrentes sabem a localidade exata, és poesia serena, filmes franceses inspirados na melancolia cafeinada. Galgo preteridas manifestações contemporâneas, aceitam com liminares em mãos. Perca de vista o finito, gasto estas inebriantes palavras. Trocas, atrasos e planos, irradia a deterioração. Provém, faltam-lhe dias nos momentos, elogio é infame, difamação é contragosto construtivo, parcelas reducionistas maltratam a sociedade. Escrevi algo hoje, sobre tudo que não costumo dizer, escrevo sobre tudo que não costumo dizer, perante à essas faces e frases, oriundo do pó. Desgrace a planície, vossa velocidade é reduzida, cabe em mãos que candidatam-se, possessivos sobrevivem, comigo, nada. Sorria, timidamente. Antidoto. Isso desviará-me do caminho, o tratar contempla a cumplicidade, depois das palavras, vírgulas, depois do começo, o término, navegue. E se erro é por errar, confio que força em demasia, seja fraqueza não franca, condigo, dobra a névoa, a nuvem, o neon. Ganho renome celebre. Tudo ilusão, refaço e reitero o desastre, monólogo a dois serve, sempre engano-me, numa obsessão dosada, mediquem o pesadelo que não tenho. A sociedade quer, reflita.

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