domingo, 29 de março de 2015

M - Nicolas Santos

Mantém-se o clima bélico e eu repouso, dentro da franqueza, remarco alegorias para o tempo que se esvaí e vou-me, agora eu gosto de você. O exagero proporcional é benéfico, dividem e mascaram, ao e no começo destes dias, persigo-te com olhos famigerados, grande sertão nosso. Um concerto que vos concerte, é palavra cantada, é linha teórica, é passo para o para-peito, para-brisas, pare a brise e acrescente teu modo. Pensamentos minimalistas, errôneos e lastimáveis, atirados a pau e pedra, fogo e pique, destruindo o nosso lar, nossa vontade. Acredito ser de fácil observação, surge e emana a faces variadas, varia e desacorrenta, apresenta laboriosamente o seu sonho e abraça-me. Desmereço a ação que forma a surpresa em consequência de funções pouco exercidas, não prenuncio o ataque, não ataco, dirija o que quiser. Não espalha-se como solidão, espalha-se. Os que não servem-se ao serviço, amaldiçoar é fácil, corra, faça por si e por quem eras, tudo bem, acaso erre, existem meios de destacar-se. Mesmo que não dure, saiba que hoje estou febril, disposto a preguiça existencial, redes e rendas, avareza é pobreza de alma, cuide, cuide. Bebo as gotas que caem do céu nublado, a vitrola faz por merecer os discos que tem, discos eu não tenho muitos, sou ansiedade, apático. Eu não tenho tempo para dizer que não tenho tempo.

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