domingo, 1 de fevereiro de 2015

Estante, instante, distante - Nicolas Santos

Qualquer língua presa, qualquer corte na horizontal. Simpatizam com a pilha de roupas e qualquer outra dessas merdas não condenadas, coordenadas. Há de ser assim, como se é, no meu quarto amanhece-se quando noite, anoitece quando dia. Solidão vem e passa, vem e fica, solidão dedica, delito, deito. Buda para quem quer, aliás, um dia há de convir, saberes meu nome. Os insanos por ai, cosmovisões e nenhuma pressa. O mundo lhe dá as boas vindas, para depois lhe sugar os nutrientes.

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