domingo, 22 de fevereiro de 2015

Aos que pensam sobre o que ainda não se sabe e para aquela moça de branco e cabelo curto - Nicolas Santos

Como é bonita a intelectualidade argumentativa idônea, diante desta, não há má-fé ou ignorância que se imponha, mas já lhes disse, não sou poeta, muito menos credor, juro sem débitos, pago quando o deserto se por, antes disso, meu ossos. Deixo à quem queira, em poucas palavras, a noite inteira.

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