domingo, 2 de fevereiro de 2014

Quem amar-me, ame-me como se ama os que jamais amaram, amanhã é mais que isso, amanhã não existe, sabes como é ? Sim, sinceridade - Nicolas Santos

Somos e estamos abandonados, em conjunto, mantenho-me neste pessimismo, larguem as doutrinas, quaisquer forem, sejam humanos de antemão. Como ser que sou, não poderia e não peço para que descartem pensamentos embora considere que isso pudesse ser feito, refletimos erroneamente. Posturas verossímeis, alteram-se apenas para o ataque, desfocam do embate e colaboram para agressões em nome do supra-sensível. Somos super-homens sem saber, jamais utilizando-se de pensamentos prontos, fazemos por si, construímos por si, vivemos por si. Odeio repetir e odeio mudar, que mentira, a gente muda o tempo todo, mesmo quando não quer mudar.

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