domingo, 22 de dezembro de 2013

Depósito da rua amarela - Nicolas Santos

Aqui estou e não entenda como uma obrigação ou motivo para liderar-nos rumo a libertação dos sentimentos ocidentais, a cegueira é proporcional, jamais crucifico ou desacredito de prantos, todos e seus motivos empoeirados que compram automóveis semi-novos, sustentam fábricas e modelos onde o que mais vale, nada representa, representam-se através de terceiros, televisionados e amados, amando-se. Saudemos as pragas e maldições, saudemos os olhos e a boca que sangra desatinos e provérbios, escancaro ao provocar uma inclinação, logo tampouco, lavo-te com mãos que nada conhecem. Grandes intervalos entre um precipício e outro, preocupam-se e querem, querem preocupar-se mas as aventuras que não levantam do sofá, prendem e contam contos. Toda morte ensina, mesmo as moderadas, limites de um mesmo paradoxo, psicodélicos caretas que experimentam água mineral a qualquer outra coisa, isso é o que sei sobre o amor, já que não há para quem, dedico-te.

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