domingo, 13 de outubro de 2013

Tripagem - Nicolas Santos

O quão visceral pode ser aquilo que não está sobre minhas vísceras e mesmo assim despedaça o meu sono com mãos suaves e cruéis ? Toda a beleza da cena não ira se escancarar por motivos óbvios, deslocado neste mundo cão que inventa com doutrinas e mentiras empoeiradas, estas contemplam a minha sã destruição de camarote. Neste caso o fator tragicômico é que ainda me sinto a pior pessoa do planeta. Diria que não faço questão de certa normalidade e poucos sobrevivem a isto, criança a vida não lhe cobra nada, admita no que erras, imagine-me como um verso que não faz par com o próximo, nem o próximo e o próximo. Nada compete e é por tal que o céu fica assim, cinza, belo. Nada procrastina em canções que são menos do que o próprio encarte. Vamos, eu resumo isso a recintos que tornam-se desagradáveis a medida que não somos tão mais iguais, deixa anoitecer. Não tenha medo ou tenha, não te direi o que sentir, é uma possibilidade, você precisa saber que existem caminhos e esses são e estão sob ti. Você precisa concentrar-se no que é realmente importante no momento, parece que é explicitar isso, faça, se prioridade, alguém um dia disse como deveríamos ser, então acatamos, não somos assim tão peculiares, só quando espontaneidade. Estamos dançando na chuva, protegidos por sombrinhas, vossos anjos caídos ressurgem em meio a tanto barulho e sopram como quem concorda, vossos anjos são a maldade em asas.

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