domingo, 6 de outubro de 2013

Ossos gelados que não compram - Nicolas Santos

Não sinta a desilusão, isso contemplará teus tons, veias artisticas que preferem remoer a qualquer outra ocasião, neste campo de batalha é preciso navegar por profundezas astutas que elucidam o pesar da racionalidade, quantas árvores, quantos pedestres. Represente o que acostumou-me, pois assim terei uma noção de quando aproximar a minha boca dos teus cabelos, você irá dizer que tudo é assim, eu irei concordar. Mesmo quando equivoca-se e invoca o que fraqueja por pernas que vestem-se para fantasiar em mundos derivados da atitude recíproca, com tanto e no entanto eu imploro que posicione-se, assim serás, talvez respeitem, talvez invejem, mas irão notar. Tantos festivais ao luar, tantas casas que hoje são ruína esperada, gostaria de um fim trágico, combino com o destino que mal acredito. Ao ouvir minha voz, certifique que estou por alguma razão e essa faz-se em rádios e clipes sem nexo, jamais admirados por quem cega a cultura alheia, eu cantaria pra alguém, hoje, espero teu abraço, cuide-se.

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