domingo, 15 de setembro de 2013

Persona - Nicolas Santos

Por nossas vezes, resumo a isto, desaprovo o que tens em partidos sujos, resgato em e qualquer chuva. Não por querer, jamais. Instaura-se uma constância, verbalizam por ai, locais que não vivo, locais que não posso. Tudo esta atrelado e atira-se por melancolia, regrido a tuas escolhas, reforço. Nesses ou vividas, poeira, objetos pontiagudos, semana que vem, a mesma coisa. Projetei o que já fui em uma parede gasta e gelada , a liberdade que me prende, há agonia tem-me. Desisto a cada bolacha salgada que passo, o meu esforço já não encontra quadros negros e presos, estamos dançando, parados.

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