domingo, 29 de setembro de 2013

Je t'aime - Nicolas Santos

Depois do que atingimos em películas francesas, gastas de certo modo, vossas de certo jeito, habilitamos o que prescinde a invenção do que habitua-nos, isto é promovido e detesta qualquer garantia. Nossos padrões equivalem ao fim, por mais tempo e menos pressa, nesta tangente mal olha, abril, maio, setembro, tão o que perdura, holofotes. Elucido o que pedem, transcrevo, unanimidade cara e clara quando o relógio não se mexe, logo prossigo por eles. Ressurjo, uso os temas que vejo no guarda-roupas, laços nada previsíveis, hoje é sempre igual.

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