domingo, 4 de agosto de 2013

250 - Nicolas Santos

Peço perdão, caso isso signifique, absolvo a ignorância e dito as mudanças que pretendo, nada tão doce quanto a voz e as características da sua face, preservo o silêncio que sobrevoa metros e pede por algo amargo, não haverão sorrisos, não de nossa parte. Somos rígidos quanto a felicidade, enganar-se é desnecessário, perto dos casacos que não usamos mais, vestes feridas, rasgos e ritmos. Ajoelha-se e reza por intensidade, fala sobre aspectos interessantes da minha personalidade e refuta a mitologia, confundo, aos passos, percam-se. Surraram meus livros, o que sobra é saber que também não sabes.

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