domingo, 28 de julho de 2013

Em tudo e todos, aspectos que reservam um nirvana em potencial, aprendo e asseguro-me de possuir por perto, quem pretendo - Nicolas Santos

Não há como manter a eloquência, não há respeito e mantém silêncio, vossos jardins nada verdes, suprem alguma angustia, saberás que jamais haverá tempo para tudo, todos. Seguirá, esperar é para quem compreende e demonstra, faça-se de interessante e enamore por tempos a cultura. Passo a vez, não interesso-me por qualquer discípulo de um sã hipócrita, faço por mim e nada mais, sou solidão e tudo bem. O nome era uma mistura nada ortodoxa, viajava de janela em janela e cantava carência, para mim é uma questão ambígua e não sangra, precipite-se menos, lhe dou uma questão e tempo de sobra, aproveite, detesto o que falas e a maneira como aprova sem urgência esses pedidos e desejos que não cabem em uma cozinha, prefiro ser punk. Empolgação branda, talvez uma rara felicidade, complementaram, já não são amigos, já não há nada. Infidelidade ao encontrar-me, agora que sabes e sabem, destrone os reis e vencedores, sorria quando houver oportunidade, não serão muitas, não há importância alguma, confio nesta leviandade, são palavras comuns que ferem e diferem, és inconsequente, és isso. Quando cai na tristeza mescla barulhos e sequestra o pouco amor, faz alguma ideia, já sei, porque tornou-se costume e isso encera o conto.

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