domingo, 5 de maio de 2013

O sereno da guerra, o ataque, exagero - Nicolas Santos

Tratante. Voz que ecoa nos meus passos passados, tudo se perde quando existem visitas entre nós, perdoe-me, acabo com essa esperança, nunca dói quando frequentamos assuntos. Mesmo que não percebas, me embriago por jamais beber, a vida de um sóbrio que entra em conflitos sociais e existenciais, justo. Decoro a forma e aviso, quando sorri, desabo, esse atraso é mais um elemento, todo vento é imperativo, não reze ou apegue-se, logo, não me veja. Estarei a frente dos desastres que não saem da cama, o quarto escuro é um convite, tenho te frequentado por não saber o que fazer, eu que não sinto, sinto

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