domingo, 28 de abril de 2013

Mortos no corredor - Nicolas Santos

Nascemos. Não sei ao certo ou bem, se foi para isto, isto que não chama esperança, tão pouco nos faz sangrar, sinta a neutralidade nos copos de café, na manhã, sinta que vosso tempo é imoral, sujo. Leve-me a sua montanha, é uma estadia que prefiro, mostra-se, te conheço como quero, sei dessa paixão, desse seu medo, ataco para ver, guardo para sentir. Não ligue, crie. Arranque em brutalidade as tomadas, peça um abraço, peça para poder prosseguir, não funcione no convencional, não mude. Torça a face, me deixe assim, só por deixar mesmo. Essa manhã futura é um perigo, entusiasme-se pouco, respeito agora essa morte do sentido

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