domingo, 21 de abril de 2013

Only - Nicolas Santos

Para coroar suas incertezas de vidro, desfaço-me por um instante dessa redoma de metal e vidro, sustentáveis, para sustentar ao teu encontro, fraquezas, essas que me joga, como se eu as merecesse, guarde, os dias são longos e o riso da carteira ao lado, tem um porquê, tenho estado contente, com os resultados que mostram e demonstram o que me tornei, conteste. Sincero, entro em debates, perco-os, ganho sempre, posiciono-me para cair de pé, mesmo com tais blusas e correntes ideológicas. Mesmo quando não devo, estou, esteja também, estávamos. A discussão nada mais é do que pontos que se visam e detestam-se, por admiração, por esta que te faz ouvir o maior dos Beatles em uma madrugada à mais de insônia, guilhotinem os incoerentes. Um artista, na essência da palavra, um mito que não planta árvores. Tomaremos, sem referência qualquer a assuntos ou marcas de refrigerante, sem relógios ou pragas vindas, conversas de lá e de cá, são e duram o necessário, o dia é longo e útil, rotative-se também, falo normalmente, enquanto me apedreja, falo, enquanto morres por ai. Enquanto isso, eu deixo ir, até voltar.

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