domingo, 16 de setembro de 2012

Desperdiçando nós - Nicolas Santos

Desvio. Deslumbro-me com todas as fantasias que vivo e assim permito com que outras pessoas, participem, mesmo que não estejam convidadas, pois todo pensamento que envolve um afeto, tem vários rostos e pretensões, pretensões essas que não condizem com a saga mais vívida e real. E por tais motivos o telefone que toca uma, duas, três vezes, logo se silencia e esquece, isso abala um mundo fraco, em noites nostálgicas e acompanhadas de bulas e lençóis, monologando sobre você. Assuntos que passam por reprodutores de mídia e variações de humor, onde o rosto encolhe e escolhe uma afeição de “tudo indo bem”, tanto faz, corremos e escolhemos logo, outros abraços e programas, isso passa longe de um encanto, mas é quase, pois o recordar rotineiro, não é algo costumeiro, por mais doloroso e bom que seja. Assim terminamos por falar e acabamos por nada

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