domingo, 25 de dezembro de 2016

Apareça e fique - Nicolas Santos

A excentricidade liga-se ao réu que vive nas minhas características, talvez eu seja independente e descoberto, elogios passam e apenas. Logo agarram-se a qualquer esperança frágil, eu deixo-em ti, suas marcas, tuas lições e lamúrias, o oriente cada vez mais em filosofias. Influenciáveis, não minta, só porque te quero, nessa leveza boçal, sua magnitude, eu não existo mais, respeito é moral estética. Malditos, aos montes, ao meu nome. Incomode-se acaso seja do teu querer, já foi dito, és tudo da lei, presenteie a inanição dos unânimes que sucumbem aos montes, todos os dias. Não me interessa. Condições precárias e o equalizador, retornam ao inferno e contribuem a semana do megalomaníaco, a espiritualidade cética. A generalização é o mal do século XXI. Tu não, tu não precisa se enveredar por estes caminhos, sei que conseguirá alucinar frente as dores mundanas e seus copos de café, espero. Manterei o silêncio por vidas, quero ser contido, propiciando a escolha dos que podem e decidem junto a estar ou partir, aceito a premissa. Hoje sobre isto e o ventilador sobre todos nós. A partir desta data, concreto-me em gelo, terei como compor a respeito o respeito, mas não divagarei inutilmente, nem de forma afetuosa. Um coração que infestou o ambiente, senta perto da janela, flertando com o térreo terreno, lapidaram a consciência, não tenho mais nada. Apareça e fique, mesmo que sem assunto, só para um café ou pessimismo, troco a iniciativa e espero a razão que combalida é destaque.

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