domingo, 31 de julho de 2016

I don't want to go, again - Nicolas Santos

Com licença, admira-te por este céu dobrado, os acéfalos consumem o consumismo que nem pensa em frear. É frio, é fome, é choro, é vida. Lamento, lamentas, olha o olhar daqueles que nos olham. Com força se vai até onde quer, manualmente sonhamos, sonha quando queres. Romancistas em larga escala, largo de antemão, mas agora desabo. Fecho os olhos, percebem, pedem-me, ensine a fazer poesia, eu não entendo, eu me faço, aceito a lobotomia quando não planejo os planos. Volte, tua volta é esperada desde muito, minto mais uma vez, olhe e sinta, semeio a semelhança do que vivemos em setembro passados, esse não. O deplorável segue com a face humana, lamentavelmente saúdam com mãos pálidas e leis que solidificam a escassez da igualdade, estúpidos. Não obtenho resposta, disse sentir inveja, quando elogiei a uma outra, busco significados e não os encontro em teus sorrisos comprometidos. Me mate de vez, interrupta-te, me mate logo. Por cada gota, por mentiras deliberadas Pela importância que não dão, pelas gotas. Pétalas, pelas pétalas, eu te dou o que mal tenho. Amor.

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