domingo, 23 de novembro de 2014

O que sobra, sobras - Nicolas Santos

Não é revolta, muito menos insensibilidade, apenas partilho da opinião que o mundo é voltado a questões comerciais que englobam uma série de interesses que não trazem sentimento qualquer sem que haja uma troca de valores imediatos, penso eu que a afetividade é muito mais simples e agradável, embora seja realmente difícil a encontrar nesses tempos, portanto essa “mercadorização” desenfreada acaba por romper relações proximais, já que as pessoas estão sintonizadas a um “amor” de televisão, filmes e etc. Vai ver que é por pensar assim que vivo mais para cá do que para lá. Realmente não acredito que haja qualquer importância nessas datas, são todas comercializadas, penso que o dia da mulher é o único que difere-se desse embramamento pela questão histórica que representa, já os outros são e funcionam a partir de uma sugestionabilidade, assim o sentimento fica em segundo plano

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