domingo, 16 de março de 2014

Feliz aniversário - Nicolas Santos

Não gostaria de envolver-me com esses tons esdrúxulos e complementares a vida humana, gostaria de navegar em algum olhar seu. Retifico que és menos, controle-se à fim de dedicar-se ao seu fim, terás muitas oportunidades para ver o abraço gelado do não reconhecimento. Teus pontos culminam em algum seguimento burocrático, contorno formalmente para evitar o que antes precisava, café da manhã, para nós. É imaginar, resultemos do que ultrapassa interpretações metamórficas de poemas feitos em dias de grande angústia, firmemos contato. Introduzi um desejo em algo não ocorrido, por instantes ocorrerá, por instantes algo fez sentido. A salvação em pé, perto da porta e com uma corda no pescoço, a salvação se esvaíra e nada alegra mais, conheço este caminho, conheço. Consideramos sobre toda a vida contemporânea, foram demasiados minutos, absurdos e pouco entusiasmados, nunca mais nos veremos. Denunciemo-nos em competência extraordinária, financiem o tom deplorável que contenho, extravagantemente melancólico. Esqueceram, contive-me em um desatino golpe, reelegeram-me para prosear a favor, reelegi-me e agora vago a vaga. Compreenda-me e terás um espaço quase angelical, anjo que sabe voar sobre os pés descalços, toque face a face, que nome carregas ? Meus lábios, pálidos, secos, anseiam por mais um gole de café, engulo à seco e maestro sobre diversas teorias e engrenagens. Lembraste-me alguma inconveniência meramente congruente, recebo essas imagens e as repasso para o que denomino infeliz cidade. Aprovo a mera demora destes conteúdos, enquanto nada convém. Aprovo o conteúdo dessa demora, tudo irá convir. Resigna-se e diz sobre toda a obviedade não escancarada, nada veria se não fosses capaz de mostrar-me. Senti-me alucinadamente desprovido de qualquer proteção, minhas rotinas quebraram-se e eu vaguei com este acordo para o profundo medo.Imaginei teus sonhos e por isso não repousei. Sabes menos do que antes, sabes tão pouco e ainda sim, condena-me, sabes mais do queria, mais do que deveria e ainda sim, me redime. Eu nunca entendi suas fotografias e as batidas na porta semi-aberta, nunca vi olhos tão densos, nunca quis tanto beijar um sorriso. Concernem e adquirem, reprovam e desalojam com pessimismo, destaco à fim de ter-te ao fim de qualquer semana, mensageiros chegarão. Reavivo meus conceitos e de forma bilíngue ataco aos que defendem-se com um conformismo ilustrado, não enamoro, não. Atrevendo-me em prolongar isto que não conhece o senso, procrastino e saberemos que sua falta não será de um tom acima, nem mesmo notada. Não ao que gosta, não ao que tens, não ao que tínhamos, não ao que teremos, agora e para quase uma semana toda, lembranças. Trato com olhares, longínquos e claramente profundos, trato destas irregularidades e dos acordos, caímos na mesmice, novamente, cai. E que fique claro, erradico a irresponsabilidade de outrem, destaco a solução sobre a ma-fé, fidedignos das consequências. Toda experiência é quase válida, estes recursos desvalorizam o que esse espelho geralmente diz, eu sonhei. Desbravo essas incógnitas, mantenho qualquer paranoia e isso se escancara enquanto deixo no ar, são frases curtas e cheias de sentido. Desbravo essas incógnitas, mantenho qualquer paranoia e isso se escancara enquanto deixo no ar, são frases curtas e cheias de sentido. Esse herói se foi. DECEMBER 12TH, 2013 @ 8:15PM

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