domingo, 7 de julho de 2013

Água de solidão - Nicolas Santos

Temos. Tenho hoje e permanentemente essas dores casuais e mundanas, é um encontro com o fim, um passo a mais, um ardor que pressupõe algo, muito disso é causado, recordo de como batia os dentes, querendo e fazendo música, querendo esquecer, recordo bem. Mas ao amanhã que deixo em aberto, abro uma exceção, é insônia, é perdão, vontades passageiras, se rir e direcionar, talvez alguém saiba. Fadigados e com moradas em interesses particulares, temos o máximo em espécimes raras, soubesse antes, saberá quando der, não é uma obrigação, não está em placas ou letras que arranjam essas músicas, esporadicamente o gosto do sangue nas taças, nos troféus, ao vencedor a solidão.

Nenhum comentário:

Postar um comentário