domingo, 30 de dezembro de 2012

Júpiter, Urano, você e o meu ultimo - Nicolas Santos

O sono se fez de desculpa, as desculpas não se fizeram sono. E todos nossos dias vagam, vagam em uma rota qualquer que acompanhada de uma canção, se torna uma rota dessas de filme. Pode ser que as tristezas se tornem cenas, podem encenar, tragicomédia. Nossos dias se foram, em um apenas, em um nítido e seu “adeus”. Quais pedaços caíram do espelho ? Quais pedaços permanecem olhando para o chão ? Quais foram os momentos que anunciaram isso ? Não vi, ceguei em um desajeito. Mas isso, essa faca que me atravessou, com um gosto doce e dizeres de logo ficas bem, isso eu guardei e zelei, seja assim, derrote-me mais uma vez, derrote-me por que esses abraços escaços tem um nome, morta alma que deseja te rever. Foi a melhor coisa que me aconteceu, não disse que me amava também.

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