domingo, 16 de outubro de 2016

As vezes nada dura, tudo dura feito nada, as vezes - Nicolas Santos

Que não nos esqueçamos das estrelas, nem para onde não vamos, que sejamos mais que homens e mulheres, sejamos a literatura das frases. Sem, palavras cem, sem palavras, deles e para conosco, elas me admitem, eu em casa, casa em nós, inato aos empíricos, cisma sobre cinzas. Alastra-se pelas paredes o que colore todo o azul, deixo isso à ti, pegue o que nada oferece aos que são estruturados por todos os lados. Falta-me essa instituição maligna que apodera-se do corpo, sã paciência, outros sonham, eu quebro e caio no choro, livre por sentença. Adeus, hoje o negro de meus cabelos, tornou-se opaco, quebradiço de porta é arranhão de edifício, eu atormento a natureza e ela não me deixa. Cheio, dívidas para comigo mesmo e nada mais, isso é pior que um pilha de correspondências de centros gananciosos, assuma-te filósofo, já. Oferto a náusea fresca aos ventos do norte, nada emoldura o planeta na tela cósmica, somos seres frágeis, seguros pela maratona armamentista. Alemanha de mentira. Portanto ficamos, coragem nos coube, somatizo de dia-a-dia, hoje eu presunçoso, ataco a fórmula, você nem sabe, embora haja quem diga tudo. Condicionado há algum tempo, já falei sobre ti e seus detalhes, assim como gagueja querendo a lição, timidez de cima a baixo, anulem-me. Pare antes que o terror se case na franquia, do sofá para a cama, da pia para o autor, ajude os que não pedem, os que são assim, feito eu.

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