domingo, 2 de outubro de 2016

Passa o passado, cada vez que passa de frente, passo para o lado - Nicolas Santos

Nem sonhe, isso faz atordoar, boletins diários da semana toda, olhe lá, surrealismo em cores vibrantes, não saberei, sabres de luz, óbvio. Se me entendes, entendes-me porque queres, faça força e aniquile o senso da surpresa, hoje eu nada mesclo, manuseio a liturgia da selva. Voltamos, agora é com eles, precisaria de mais autonomia, preciso de um novo ser ou um fim logo, massacre, massacre, sangue pela boca e pia. Diminua sua pretensão, ninguém é importante ou essencial, diminua-te. Nada a capacidade que deriva do desentendimento, sem limites e agora de cabeça baixa, não nos temos sempre que o céu se toca em estrelas. O menosprezo, nem lembro com que frequência vivias, irritantemente és passado, saudavelmente és passado, chora quem tem olhos, chora quem ? Te levo a sério ou a um bar desses que nem se levam a frente, engradados de qualquer coisa amarga sem marca e respeito, nada é confuso em ti. Cada vez menos.

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