domingo, 28 de agosto de 2016

Lençol, varal e nenhuma poesia - Nicolas Santos.

Os campeões vão caindo, erguendo as mãos sedentas, que a terra lhes seja o que sempre foi, mutável. Altero seus planos, mudo o vento. Começos a luta, a luta clássica, de classes, classistas não sabem bem o que sabem, adorar é desnecessário, foca-te para seres humano. A mudança nada mais é que tomar banho e vestir a mesma roupa. Torna-te importante por aquilo que dizes, três ou dois que semeiem e pronto. Alegam a nação, alego ser isto e um pouco menos, pronto. Não creio nisso que geralmente acreditam, seus planos e pétalas, suas citações pela metade e os olhos de criança abandonada, todos estamos. Fuja destas alucinações, mas o que seriam alucinações ? Métodos arcaicos que disseram outrora ser o correto, vocês se fazem de qualquer moda, moralistas.

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