domingo, 16 de agosto de 2015

Inconsertável - Nicolas Santos

E que descumpram os prazos, sou uma bagunça simbiótica e inalisável, capacidades tantas contraem-se enquanto à grama, leio, universalmente. Terás razão se for necessária, destruo-te com verdades irrefutáveis, foque-se na dualidade não recíproca que manifesta-se em ditos cultos. Sublinhe, sublime, acorde com dor na pele, dessas que fazem arrepiar-se por completo. Levem-nos, para a eternidade, vossa insignificância. Condeno, mentes. Tanta relutância, tanta resistência, ignorante. Condena-me. Tanta relutância, tanta resistência, tanta sinceridade. A vida não faz sentido, nunca fez, talvez só eu vivencie essa dor, dessa forma, esse cansaço. Palavras fortes, ditas em uma entonação vaga. Sinto que estou tão morto que devo compadecer em totais sentidos, rapidamente. Mova-te ao favor do vento que desconhece esta face cortada. Anuncio que prossigo nesta vã existência, ferramentas em palavras de terceiros, transformo-me em transtorno, uma bagunça irremediável.
Lamente. Esconde-se como necessário fosse. Cá entre nós, caia entre nós. Sua praia é emotiva, demolida. Teus olhos, meus olhos, nossos olhos.
É a náusea moderna, assombras por que ? Tanta temeridade em casuais encontros contemporâneos, meditas com armas na cintura, esperando o sim. A vida transpassa, impactando, sendo pedra e caneta. A vida torna-se intragável, depois dos treze, das treze, dos vinte e um, a vida acaba. Que a chuva nos atrapalhe. Notifiquem-se, esta é a ultima queda, aconselhe-se com os impuros, domesticaram a inocência, a velha blusa, o velho seriado, o velho ser. Aos desolados, desestruturados e desamparados, visto essas vestes, viste ? Atrações passageiras e paulatinas em vaga crescente, inexisto. Mereces verdades irrefutáveis, toda esta paciência vã que glorifica o invisível e desprepara o nada, deve saber. O mundo é crueldade. Vislumbre o ataque, tanto cinza, tanto aguarde, lamurias indecentes, faço o que devo, sem pressa ou pressão, faço com competência, resguarde. À paz fúnebre.

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