domingo, 24 de maio de 2015

Ódio - Nicolas Santos

Afoguei-me nisto e nestas anedotas, creio que é possível criar uma consciência a respeito destes destaques e focar-se nas escolhas feitas. Captando tal coisa, verás se quer ou não sair disto. O restante, resta, amaldiçoo o problema incomum que torna-se capaz de aderir normalidade alegre, é chuva, embaraça-se o brinde. Lhe mostro o que faz-se, faço-te, arrepiam-se os braços, as pernas, ninguém interessará-se, ninguém interessa, culmina nisto e nós. Me deixem. São contradições infindáveis, eu, só, anuncio a todos o recolhimento desta alma em veraneio, peque e pela última vez, já que nada é pecado. Portanto o toque daqueles olhos mentirosos nos mostra o caminho, errado ou prolongado, quem nasce nisto, vive nisto, mudanças passageiras. E não sei aonde vamos. Nem se quer sei onde estamos. Perdido, absolutamente e profundamente. Vamos, hoje haverá leitura das provas e passos. Não queres saber, não saiba, tantos e tantas por ai, sem a minha face e problemas, escolha. O que decidires estará pronto, feito esse algo, feitio algum levará-me pela cidade putrefata e indolor, do arranha-céu que arranha-me. Rodadas em sapiência, ferimentos moderados, um bar que serve alegorias e sabores amargos, do fundo observo a todos, todos observam-me. Nem poema ou angustia. Nem lista ou trafego. Toda sujeira possível é possível. Possibilite-nos.

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